Quinta-feira, Março 30, 2006
Frase antiga.
Eu continuo com muito sono.
Esforço tremendo para me manter acordada.
Por que furei meu dedo na roca de fiar?
"O velho relógio está tiquetaqueando agora..."
Tic tac tic tac tic tic tac tac
E os sonhos continuam a fluir da tua carne...
E os sonhos continuam a fluir da tua carne...
E os sonhos continuam a fluir da tua carne...
E os sonhos continuam a fluir da tua carne...
E os sonhos continuam a fluir da tua carne...
Onde estão os outros?
Domingo, Março 19, 2006
PERCEPTO
"(...)pois tanto a memória quanto a percepção são passíveis de distorção."
Só para lembrar...
Só para lembrar...
Quinta-feira, Março 16, 2006
Vigiai

Os dias assumiram um ritmo caótico.
Muita desordem neste período de mudança.
Muitas amardilhas para me cegar.
É preciso que eu me mantenha em alerta.
...................................................................................................................................
Saturday's child
Farewell my child it's time
To leave this all behind
Exchanging the river for the sea
Farewell to saturday's child
Cut loose before his prime
Set adrift in the city
Speak to me now of isolation
Feel your way home in the dark
Here comes the old greay man
Back bent before his time
Tracing figures in the sand
He has no more crosses to bear
Sat upon his rocking chair
Gazes out toward the sea
Speak to me now of visions
Seen through a looking glass mind
Speak of your inhibitions
You still have your mountain to climb
By Brendan Perry
Linda música, só um bardo como Perry poderia cantar (por onde anda o DEAD CAN DANCE?)
Segue tradução capenga
Criança do Sábado (ou criança sabática)
Adeus minha criança, é tempo
De deixar tudo para trás
Trocando o rio pelo mar
Adeus à criança do sábado
Liberta no seu início
Colocada à deriva na cidade
Fale-me agora de isolamento
Sinta o seu caminho para casa no escuro
Aí vem o velho homem cinzento
Costas Curvadas antes do tempo
Traçando figuras na areia
Ele não tem mais cruzes para suportar
Sentado na sua cadeira de balanço
Olha fixamente além-mar
Fale-me agora de visões
Vistas através de uma mente de espelho
Fale de inibições
Você continua tendo suas motanhas para subrir
Quinta-feira, Março 09, 2006
Arrumando a casa nova e...
reconfigurando a vida!
Agradeço ao "Somente A Verdade"
por ter me dado as pistas...
Estou quase lá
Prometo que irei vingar
Mesmo que a primeira vista eu pareça com aqueles bebês que, antigamente, ao nascerem, as parteiras diziam: "Essa não vai se criar..."
Mas eu vou!
reconfigurando a vida!
Agradeço ao "Somente A Verdade"
por ter me dado as pistas...
Estou quase lá
Prometo que irei vingar
Mesmo que a primeira vista eu pareça com aqueles bebês que, antigamente, ao nascerem, as parteiras diziam: "Essa não vai se criar..."
Mas eu vou!
Segunda-feira, Março 06, 2006
Mocinhas e não tão mocinhas com suas micro-bolsinhas de florzinhas no ônibus.
O calor do início da tarde.
Eu não gosto tanto assim do verão.
No verão, os cheiros humanos se convertem facilmente em fedor.
Fios de suor escorrem, me sinto derreter, sinto óleo sobre a pele.
Até quando eu terei que passar por este caminho?
Eu quero fugir daqui agora.
Subir as escadas em desabalada carreira.
Até quando terei que me sentar nesta cadeira?
Até quando eu terei que voltar, todo dia, sob os mesmos passos?
Quantas vezes eu ainda terei que deitar e levantar?
Tem uma poeira que nunca limpam aqui nos cantos da sala.
Tem algo que me prende e me segura na bagunça do quarto.
Eles amarram as minhas pernas e sugam minha alma de canudinho.
Bem aqui, no meio deste corpo.
Preciso correr para não me tornar tão sólida a ponto de existir de fato, aqui, e ficar presa como uma mosca no gelo.
Preciso me manter líquida.
Preciso me desmaterializar.
Preciso perder o peso da existência.
Sou mais pesada do que aparento.
E tolero pouco a leveza que busco.
E ainda faço a mesma pergunta:
Como caminhar sem o chão sob os meus pés?
O calor do início da tarde.
Eu não gosto tanto assim do verão.
No verão, os cheiros humanos se convertem facilmente em fedor.
Fios de suor escorrem, me sinto derreter, sinto óleo sobre a pele.
Até quando eu terei que passar por este caminho?
Eu quero fugir daqui agora.
Subir as escadas em desabalada carreira.
Até quando terei que me sentar nesta cadeira?
Até quando eu terei que voltar, todo dia, sob os mesmos passos?
Quantas vezes eu ainda terei que deitar e levantar?
Tem uma poeira que nunca limpam aqui nos cantos da sala.
Tem algo que me prende e me segura na bagunça do quarto.
Eles amarram as minhas pernas e sugam minha alma de canudinho.
Bem aqui, no meio deste corpo.
Preciso correr para não me tornar tão sólida a ponto de existir de fato, aqui, e ficar presa como uma mosca no gelo.
Preciso me manter líquida.
Preciso me desmaterializar.
Preciso perder o peso da existência.
Sou mais pesada do que aparento.
E tolero pouco a leveza que busco.
E ainda faço a mesma pergunta:
Como caminhar sem o chão sob os meus pés?
Sexta-feira, Março 03, 2006
THE CAPTIVE HEART
The old clock is ticking now
Marks the space between us
Your memory enshrouds my heart
For I am held captive
Sometimes my soul desires
To take leave of this old world
To spread these golden wings and fly
To the city of angels
But then if I close my eyes
I can see you standing there
Your face in permanence smiles
Your lips a chalice
Seems like I've loved you all my life
Never thought I'd find you
One day the muse may lend these words wings
So I can touch you
But hey!
Don't worry if the feelings not strong for you
I have lived my life in accordance
To the windfalls of passion
Though I know what it means
To be loved and then forgotten
I have seen too many men
Driven insane by their distractions
By Brendan Perry
.......................................................................................
O Coração Cativo
O velho relógio está batendo agora
Marca o espaço entre nós
Sua memória encobre meu coração
Para que eu seja mantido cativo
Algumas vezes minha alma deseja
Abandonar este antigo mundo
Abrir estas asas douradas e voar
Para a cidade dos anjos
Mas se eu fechar meus olhos
Posso ver você parada ali
Sua face em permanentes sorrisos
Seus lábios um cálice
Parece que eu te amei toda a minha vida
Nunca pensei que te encontraria
Um dia a musa poderá dar asas a estas palavras
Então eu poderei te tocar
Mas ei!
Não se preocupe se os sentimentos não são fortes para você
Eu vivi minha vida de acordo
Com as dádivas da paixão
Então eu sei o que significa
Ser amado e então esquecido
Eu vi muitos homens
Levados à loucura pelas suas distrações



