Onde foi que paramos?
Pois sim, agora começo a me lembrar. Foram naqueles dias, nos quais eu não tinha certeza se estava viva ou estava morta. Então eu andava. Andar era uma vávula de escape para que eu limpasse meus pensamentos.
- Que vida estranha é essa? Parece que há duas de mim. Uma que vive uma vida absolutamente comum, com todas as pequenas alegrias e mazelas que um ser humano - o qual não possui uma vida coberta de glórias ou desgraças - pode possuir. a outra espreita, toma fôlego e ri de tudo.
Onde estávamos mesmo?
Ah sim, estávamos no meio do caminho. O quê - preste atenção! - nunca é a mesma coisa de estar no caminho do meio.
Eu estava pensando - e se eu tivesse um ataque do coração agora? Onde eu acordaria? Ou melhor, veja bem, eu acordaria?
Em Re-construção Constante
Não adianta parar, o caminho não termina porque você cansou. Ele termina quando você chega.
sábado, setembro 30, 2006
sexta-feira, setembro 22, 2006
Qual o problema com os patos?
Como o cisne desliza na água negra do fim do dia, suave, como um pensamento puro num mar de lama, como a flor de lótus.Eu queria deslizar, passar suavemente além, mas os demônios me atacam por todos os lados.
Uma mão dura e fria comprime meu coração, como uma nuvem cinza encobre o sol no inverno. Faz frio, e é a promessa da passagem das horas que me faz perdurar.
Não se pode abandonar este mundo apenas saindo dele.
É preciso passa através.
By Patinho Feio
terça-feira, setembro 19, 2006
Ao Ataque!
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