Sábado, Setembro 30, 2006

CONVERSAS DE BAR

Onde foi que paramos?
Pois sim, agora começo a me lembrar. Foram naqueles dias, nos quais eu não tinha certeza se estava viva ou estava morta. Então eu andava. Andar era uma vávula de escape para que eu limpasse meus pensamentos.
- Que vida estranha é essa? Parece que há duas de mim. Uma que vive uma vida absolutamente comum, com todas as pequenas alegrias e mazelas que um ser humano - o qual não possui uma vida coberta de glórias ou desgraças - pode possuir. a outra espreita, toma fôlego e ri de tudo.

Onde estávamos mesmo?

Ah sim, estávamos no meio do caminho. O quê - preste atenção! - nunca é a mesma coisa de estar no caminho do meio.

Eu estava pensando - e se eu tivesse um ataque do coração agora? Onde eu acordaria? Ou melhor, veja bem, eu acordaria?

Sexta-feira, Setembro 22, 2006

Qual o problema com os patos?

Como o cisne desliza na água negra do fim do dia, suave, como um pensamento puro num mar de lama, como a flor de lótus.

Eu queria deslizar, passar suavemente além, mas os demônios me atacam por todos os lados.

Uma mão dura e fria comprime meu coração, como uma nuvem cinza encobre o sol no inverno. Faz frio, e é a promessa da passagem das horas que me faz perdurar.

Não se pode abandonar este mundo apenas saindo dele.
É preciso passa através.

By Patinho Feio

Terça-feira, Setembro 19, 2006

Ao Ataque!



De volta aos negócios.
Hora de sacudir a poeira e reconhecer o território.
Afiar as facas novamente.

Ao ataque!
Avançar!

De volta novamente, mas nunca mais ser a mesma pessoa.