Sábado, Abril 26, 2008

Soft Cell - What !

O que?


Voce quer que eu

Me ajoelhe

Te implore baby, por favor

Chore um milhao de lagrimas

Voce quer que eu

Te telefone

Te implore para voltar para casa

Pense em todos aqueles anos

Quando uma vez vivemos no paraiso

Quando a luz do amor brilhou nos seu olhos

 

Oh baby

O que eu posso fazer se eu ainda te amo

O que eu posso fazer se eu ainda te quero

O que eu posso fazer

O que eu posso dizer

Voce nunca saberia dessa maneira

 

Voce quer que eu

te siga por ai

Por todos os lugares da cidade

Voce quer um palhaco

Por que voce

Me trata tao mal e cruel

Quebrando todas as regras

Posso eu ser seu bobo?

Nos podemos fazer dessa uma casa feliz

Entao volte para onde voce pertence

 

Oh baby

O que eu posso fazer se eu ainda te amo

O que eu posso fazer se eu ainda te quero

O que eu posso fazer

O que eu posso dizer

Voce nunca saberia dessa maneira

 

Por favor me perdoe, volte e entao,

Nos podemos nos apaixonar novamente, novamente, novamente

 

Oh baby

O que eu posso fazer quando eu ainda te amo

O que eu posso dizer quando eu ainda te quero

Voce nao voltara?

Oh baby,o que eu posso dizer

Eu disse, o que eu posso fazer?

Oh baby,what can I say?

Eu disse, voce nao ira voltar?

Eu disse, voce nao ira voltar?

 

Etc

 

What, what, what... 

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Information Society - Repetition

Isso eh que eh roda de Samsara...

REPETIÇAO

Eu estou voltando para voce
Assim como antes
Eu tenho sido um cara solitario
Desde que eu sai pela sua porta.
Se ha uma vida para nos,
eu nao sei.
Mas eu nao posso viver assim
Nunca mais.

O tempo que eu passo so nao tem nada a oferecer.
Eh repetiçao,
Eu estou voltando para voce.
Repetiçao,
A unica coisa que eu posso fazer.

Eu estou voltando para voce,
Dessa vez para fica.
Se eu aprendi algo
Eh que eu nao posso ficar longe.
O tempo que eu passo so nao tem nada a oferecer.
A vida que eu levo sozinho nao tem lugar para viver.

Eh repetiçao,
Eu estou voltando para voce.
Repetiçao,
A unica coisa que eu posso fazer.

E eu ainda posso me lembrar
Como voce me abraçava.
Da maneira que uma vasta onda
quebrou bem devagar


Eh repetiçao,
Eu estou voltando para voce.
Repetiçao,
A unica coisa que eu posso fazer.
Repetiçao
E eu posso ver isso atraves.
Eh repetiçao,
Eu estou voltando para voce.

Domingo, Abril 20, 2008

Extinçao humana voluntaria

http://vhemt.org/pindex.htm

Nossa, to dentro!

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Domingo, Abril 13, 2008

Morrer eh Preciso-"Assim, a espiritualidade transformadora, a espiritualidade autêntica é revolucionária. Ela não legitima o mundo; ela rompe com ele.

TRECHO DO TEXTO:
UMA ESPIRITUALIDADE QUE TRANSFORMA

KEN WILBER

Interpretação versus Transformação

 
Numa série de livros (e.g., Um Deus Social, Up from Eden e The Eye of Spirit) tento mostrar que a religião sempre cumpriu duas funções muito importantes, mas muito diferentes. Em primeiro lugar, ela age de modo a criar significado para o self 1 alienado 2: oferece mitos, histórias, contos, narrativas, rituais e revivescências que, em conjunto, ajudam o self a entender e suportar as pedras e flechas do destino implacável. Normalmente, esta função da religião não necessariamente altera o nível de consciência da pessoa; não provoca transformação radical. Nem provoca, tampouco, uma libertação definitiva do self alienado. Ao contrário, ela consola o self, fortalece o self, defende o self, promove o self. À medida que oself alienado acredita nos mitos, executa os rituais, balbucia as orações ou aceita os dogmas, então crê fervorosamente que será “salvo” – ainda nesta vida, pela glória da salvação de Deus ou da proteção da Deusa, ou na vida após a morte, quando ser-lhe-á assegurada felicidade eterna. 
Mas, em segundo lugar, a religião cumpre – usualmente para uma muito, mas muito pequena minoria – uma função de transformação radical e de libertação. Esta função da religião não fortalece o self alienado; ao contrário, despedaça-o completamente – não consolação mas devastação, não entrincheiramento mas esvaziamento, não complacência mas explosão, não conforto mas revolução – em síntese, não fortalecimento convencional da consciência mas transmutação e transformação radicais nas profundezas da própria consciência. 

 
Há algumas diferentes maneiras para explicar essas duas importantes funções da religião. A primeira função – criação de significado para o self – é um tipo de movimento horizontal; a segunda função – transcendência do self – é um tipo de movimento vertical (para cima ou para o fundo, dependendo da sua metáfora). Denominei a primeira interpretação; a segunda,transformação. 

 
A interpretação simplesmente dá ao self uma nova maneira para pensar ou sentir a realidade. Oself passa a ter uma nova crença – talvez holística ao invés de atomística, talvez perdão no lugar de acusação, talvez relacional ao invés de analítica. Assim, o self aprende a interpretar seu mundo e seu ser em termos desta nova crença, ou nova linguagem, ou novo paradigma, e esta nova e encantadora interpretação age, pelo menos temporariamente, para aliviar ou diminuir o terror inerente ao coração do self alienado. 

 
Mas com a transformação, o próprio processo de interpretação é desafiado, interpelado, minado e, finalmente, desmantelado. Com a interpretação, é dado ao self (ou sujeito) um novo modo de pensar sobre o mundo (ou objetos); mas com a transformação radical, o próprio selfpassa a interrogar-se, a olhar para dentro de si, a estrangular-se e, literalmente , a sufocar-se até a morte. 

 
Colocado de uma última maneira: com a interpretação horizontal – que é de longe a dominante, a mais difundida e largamente compartilhada função da religião – o self, pelo menos temporariamente, sente-se feliz com seu entendimento, contente com sua escravidão, complacente em face do terror gritante que é, de fato, sua condição mais íntima. Com a interpretação o self torna-se sonolento no mundo, tropeça entorpecido e com a visão curta no pesadelo do samsara 3, recebe um mapa amarrado com um laço de morfina para encarar o mundo. E esta é, na verdade, a condição normal da humanidade religiosa, precisamente a condição a ser desafiada e, finalmente, desfeita pelos ativistas da transformação espiritual. 

 
Porque a transformação autêntica não é uma questão de crença, e sim de morte do crente; não uma questão de interpretar o mundo, mas sim de transformá-lo; não uma questão de encontrar alívio, mas sim de encontrar o infinito no outro lado da morte. Não é dada importância ao self; ele é cremado. 

 
Agora, embora obviamente eu venha favorecendo a transformação e minimizando a interpretação, o fato é que ambas as funções são incrivelmente importantes e inteiramente indispensáveis. A maioria das pessoas não nasce iluminada. Elas nascem em um mundo de pecado e sofrimento, esperança e medo, desejo e desespero. Nascem como um self ávido e pronto para contrair-se; um self prenhe de fome, sede, lágrimas e terror. E, bem cedo, aprendem várias maneiras de interpretar seu mundo, de fazer com que passe a ter sentido, de dar-lhe um significado e de defender-se do terror e da tortura que nunca estão suficientemente distantes da superfície feliz do self alienado. 

 
E, apesar de nós, você e eu, podermos estar desejando transcender a simples interpretação e encontrar a transformação autêntica, a interpretação, por si só, é uma função absolutamente necessária e crucial na maior parte de nossas vidas. Aqueles que não conseguem interpretar adequadamente, com uma boa dose de integridade e precisão, caem rapidamente em sérias neuroses ou mesmo psicoses: o mundo pára de fazer sentido – os limites entre o self e o mundo não são transcendidos; ao contrário, começam a esfarelar-se. Não é uma descoberta importante (“breakthrough”) e sim um colapso (“breakdown”); não é transcendência, mas desastre. 

 
Mas em algum ponto do nosso processo de amadurecimento, a própria interpretação, não importa quão adequada ou confiável, simplesmente cessa de consolar. Nenhuma nova crença, nenhum novo paradigma, nenhum novo mito, nenhuma nova idéia estancarão a angústia que se instala em nós. Aí, o único caminho que resta não é uma nova crença para o self, mas sim a transcendência do próprio self.


notas:
1 Wilber usa self (com “s” minúsculo) para aquilo que o filósofo Huberto Rohden denomina “ego humano” e Self (com “S” maiúsculo) para o que Rohden chama o “Eu Divino”. (N. T.)
2 Segundo Hegel, a alienação é um processo essencial à consciência, pelo qual ao observador ingênuo o mundo parece constituído de coisas independentes umas das outras. (N. T.)
3 A roda das reencarnações. (N. T.)

A tradução é do Prof. Ari Raynsford

Terça-feira, Abril 08, 2008

Radiohead - Creep

Que jogue a primeira pedra quem nunca se sentiu assim.
I'm a creep, I'm a weirdo.

Creep

Quando voce esteve aqui antes
Eu nao pude olhar no seus olhos
Voce eh como um anjo
Sua pele me faz chorar

Voce flutua como uma pluma
Num mundo bonito
eu queria ser especial
Voce eh tao fodidamente especial

Mas eu causo arrepios
Eu sou um esquisito
Que porra eu estou fazendo aqui?
Eu nao pertenço a este lugar

Eu nao me importo se isso machuca
Eu quero ter controle
Eu quero ter um corpo perfeito
Eu quero ter uma alma perfeita

Eu quero que voce note
Quando eu nao estou em volta
Voce eh tao fodidamente especial
Eu queria ser especial

Mas eu causo arrepios
Eu sou um esquisito
Que inferno eu estou fazendo aqui?
Eu nao pertenço a este lugar

Ela esta fugindo pela porta
Ela esta fugindo
Ela corre, corre, corre...
corre...

O que quer que te faça feliz
O que quer que voce queira
Voce eh tao fodidamente especial
Eu queria ser especial

Mas eu causo arrepios,
Eu sou um esquisito
Que inferno eu estou fazendo aqui?
Eu nao pertenço a este lugar

Eu nao pertenço a este lugar...

Lyrics by Radio Head
Traduçao e identificaçao by Kaliandra (mais Andra do que Kali)

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